Clubes Portugueses Devem Abrir Capital a Investidores Estrangeiros, Defende Marco Galinha


De acordo com o próprio, importa começar pelos chamados ‘grandes’, que “têm que ter pequenas participações dos mercados internacionais”, na perspetiva de Marco Galinha. Isto significaria abrir o capital a investidores estrangeiros, de forma a conseguir entradas de capital significativas, ainda que sem “perder a maioria”, ou seja, o controlo dos próprios clubes, alertou.

Por outro lado, aponta para a importância de ter o foco em desenvolver o próprio negócio.

“Os empresários têm que dar estabilidade ao futebol. Têm que criar um modelo financeiro onde os treinadores não estão preocupados com salários (…) e essa estabilidade é que vai dar as vitórias”, aponta. A este respeito, lembra que muitos clubes, a par de muitas empresas, vivem o dia a dia sem saber “se vão conseguir pagar os salários”.

Em suma, explica que “o futebol está cheio de talento”, pelo que o que está em falta é “competitividade e um modelo de negócio”, para que possa crescer de forma sustentada.

No mesmo espaço de debate, esteve também presente o CEO do FC Alverca, Miguel Albuquerque. Recorde-se que o clube recebeu, no ano passado, uma entrada de capital por parte de um grupo de acionistas que inclui o futebolista internacional brasileiro Vinícius Junior.

A esse respeito, o próprio salienta que “o Alverca é um clube super interessante pela localização geográfica, a 15 minutos do aeroporto [de Lisboa]”, assinalou.



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