Mais de uma centena de estudantes do ensino superior concentraram-se na capital portuguesa para manifestar o seu desacordo com a medida governamental. O ato público ocorreu numa quarta-feira, especificamente no dia 21 de outubro, mobilizando jovens de diferentes instituições acadêmicas do país.
o descontentamento com o valor máximo das propinas
A mobilização surgiu em resposta à proposta do governo de atualizar os valores máximos cobrados aos discentes com base na taxa de inflação acumulada. Essa alteração prevista para o ano letivo de 2027/2028 gerou forte rejeição nas associações acadêmicas, visto que os montantes estavam congelados desde o ano de 2020.
Com palavras de ordem como a propina é para acabar, não é para aumentar, os manifestantes ocuparam o espaço público próximo a uma importante sede governamental. Os cartazes exibidos traziam críticas diretas à gestão financeira da educação e ao custo de vida enfrentado pelos discentes.
as reivindicações e os cartazes erguidos na capital
A praça foi tomada por mensagens que questionavam as prioridades orçamentais do executivo liderado pelo primeiro-ministro Luís Montenegro. Entre os principais tópicos defendidos pelos manifestantes destacam-se:
- A exigência de gratuidade progressiva no ensino superior público.
- O repúdio a qualquer aumento associado à inflação futura.
- Críticas ao financiamento estatal direcionado às instituições acadêmicas.
- Apelos urgentes por mais vagas e melhores condições de alojamento estudantil.
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